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EIS O CORDEIRO DE DEUS

“… João viu Jesus, que vinha em sua direção, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o
pecado do mundo.” (João 1:29)
“Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo
imaculado a Deus, purificará a vossa consciência das obras mortas, para servirdes ao
Deus vivo!
… recebam a promessa da herança eterna.” (Hebreus 9:14,15)

Para os hebreus os sacrifícios de animais para o perdão de seus pecados eram
muitíssimo importantes. O Pentateuco de Moisés versa na sua maior parte sobre esse
assunto de sacrifícios de vários tipos, principalmente os de animais, devido ao
derramamento de sangue. O sangue já apontava para o sangue do Cordeiro Jesus.
Por vários séculos, Deus preparava o sacrifício que daria fim ao de animais, através da
vida, morte e ressurreição de Seu Filho Jesus Cristo. Através de Moisés, Deus preparou
a humanidade para entender que somente o Cordeiro Jesus Cristo teria o poder e
autoridade para cancelar o pecado ao cumprir a Lei. Somente Jesus Cristo poderia
resolver a questão da vida espiritual e da herança eterna perdidas no jardim do Éden,
quando Eva e Adão comeram da árvore proibida e desobedeceram a Deus.
Quanto mais entendermos o sentido do sacrifício de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus,
menos pecaremos e mais obedeceremos aos mandamentos encontrados na Palavra de
Deus, a Bíblia. Quanto mais revelação do sacrifício de Cristo na cruz do Calvário, mais O
adoraremos e O serviremos de todo coração.
O pecado iniciado no jardim do Éden não cancelou a consciência. A consciência faz
parte do nosso livre arbítrio. A consciência nos capacita a tomar decisões, quer certas
quer erradas. Todas as pessoas já nascem com a capacidade de pensar, de aprender,
de sentir e de decidir. Sem a purificação pelo sangue de Jesus Cristo, a consciência
produz obras mortas.
O sangue de Jesus Cristo tem o poder para nos purificar de todo pecado. A nós cabe o
arrependimento e confissão ao sermos convencidos pelo Espírito Santo. É uma bênção
muito grande o sermos incomodados pelo Espírito Santo quando ofendemos a Deus.
Infelizmente, muitos cristãos confundem o incômodo, causado pelo Espírito Santo,
com a condenação. O sentimento de culpa é necessário para nos conduzir ao
arrependimento. O errado é condenar-se, como o fez Judas, o traidor. O certo é sentir
a dor do pecado, humilhar-se perante Deus com arrependimento, como o fez Pedro
após negar a Cristo. Sejamos sensíveis ao toque do Espírito Santo para não O
entristecermos e, muito menos, O apagarmos.

Dra. Sarah Hayashi


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